

Estudante de Direito, moro em Taubaté/São Paulo, 39 anos, leonina, casada,
tenho uma filha linda, adoro música, poesia, cinema, amigos, viajar, internet, espanhol, viver,
montanha, inverno, sorvete, frango xadrez, chocolate, pipoca.
Quer saber mais?
clica aqui
Meu outro Blog:
No Limite da Paixão



















Enfim chegou o grande dia! Desejo a todos os Amigos e Leitores deste blog, um Feliz dia dos Namorados!!! Com muito Amor, muita Paz e acima de tudo muita Compreensão.
"O verdadeiro Amor não é aquele que se alimenta de beijos e carinhos, mais o que suporta a renuncia e consegue viver na saudade. Porque a saudade não significa necessariamente que estamos longe, mais que já estivemos juntos".
Engana-se quem pensa que o "anjinho" com arco e flecha, símbolo mais ilustre do Dia dos Namorados, é um personagem criado em tempos mais recentes para ilustrar e personificar a data como um Mickey Mouse do amor.
A gênese da história do Cupido está milhares de anos atrás, nas mitologias grega e romana. Na Grécia, o menino alado cujas flechas faziam homens e deuses se apaixonarem era conhecido como Eros, o filho mais novo da deusa do amor e da beleza, Afrodite. A mitologia análoga romana foi que lhe nomeou Cupido, filho de Vênus.
A história em torno do Deus Cupido tem um exemplo de prova de amor incondicional. Reza a lenda que Vênus tinha inveja da beleza de uma mortal chamada Psique e pediu a seu filho que a castigasse. Em vez de castigá-la, no entanto, Cupido se apaixonou por ela e a tomou como esposa.
Mas havia uma condição para que permanecessem juntos: como era uma mortal, a bela moça não podia olhar no rosto do Deus com que se casara. Persuadida por suas irmãs, Psique transgrediu a proibição e, agora como castigo, Cupido a abandonou. O castelo em que moravam também desapareceu, assim como os jardins, e a jovem se viram isolada num campo aberto sem sinal da presença de seu amado ou de qualquer outro ser vivo.
À procura de seu amor, Psique se deparou com o templo de Vênus. A Deusa, como preço a pagar pela desobediência, ordenou-lhe uma série de quatro tarefas, cada qual mais árdua e perigosa que a outra.
Movida pelo desejo de seguir à busca do amor que perdera, a bela mortal completou as provas do Fogo, da Terra e do Ar até a tarefa final e mais difícil: com uma pequena caixinha às mãos, deveria descer ao reino sombrio dos mortos e nela trazer um pouco da beleza de Prosérpina, mulher de Plutão e rainha daquelas trevas.
Aflita, a jovem foi ao alto de uma torre e pensou em de lá se jogar para, assim, chegar ao reino dos mortos. Antes que pudesse concretizar a idéia de suicídio, a própria torre ergueu a voz e a ensinou o caminho até as profundezas sem que fosse necessário se matar. Aconselhou-a, ainda, com um aviso específico: que jamais abrisse a caixa.
Psique teve sucesso na missão, mas, no caminho de volta, foi vencida pela tentação. Abriu a caixa e o que encontrou não foi beleza, mas um sono letal que a invadiu.
Tempos depois, Cupido a encontrou. Jazia sem vida no chão. O filho de Vênus, ativado pelo perdão, retirou o sono do corpo da amada e colocou de volta na caixa. Vênus também a perdoou. Os deuses, tocados pelo amor de Psique a Cupido, alçaram-na à condição de deusa e permitiram que ela vivesse ao lado de seu grande amor - e para ele pudesse olhar - por toda a eternidade.
Vou deixar aqui, a letra de uma linda música, Love will show you everything da cantora Jennifer Love Hewitt, esta música foi tema do filme, antes que termine o dia, onde retrata o Amor Verdadeiro!

